Pare, pense, respire. Não, não pense. Pondere a emoção, controle a razão. Às vezes doze anos, às vezes trinta. Doze na maioria.
Falta tempo, sobra saudade. O medo grita tão alto quanto a empolgação.
É como pintar um quadro. A primeira pincelada é sempre a mais amedrontadora. Depois de tomar coragem e botar as cores e pincéis para trabalhar, tudo fica mais fácil. Depois dessa primeira pincelada, é possível ter ideia do lugar de cada figura imaginada, de como as cores se mesclarão. Imaginamos os contrastes entre cores quentes e frias, pensamos em usar laranja e azul bebê, mas acabamos optando pelo vermelho e verde. Tudo bem. Quem tem tudo sob controle acaba enlouquecendo.
É como pintar um quadro. A primeira pincelada é sempre a mais amedrontadora. Depois de tomar coragem e botar as cores e pincéis para trabalhar, tudo fica mais fácil. Depois dessa primeira pincelada, é possível ter ideia do lugar de cada figura imaginada, de como as cores se mesclarão. Imaginamos os contrastes entre cores quentes e frias, pensamos em usar laranja e azul bebê, mas acabamos optando pelo vermelho e verde. Tudo bem. Quem tem tudo sob controle acaba enlouquecendo.
Joguinhos não são bem-vindos. Eu já sei que isso é chato e cansativo.
A expectativa chega a dar nó na garganta. Corremos mais do que o certo, será que tem tanto problema? Afinal, o que é o certo? Você sente mais do que espera, não tem mais nada sob controle e os não envolvidos acham bonitinho. Por um momento é até convincente, mas ai tudo está de ponta cabeça de novo. É preciso mais coragem para dar a segunda pincelada, eu achei que ficaria mais fácil. Talvez na terceira?
Ai você percebe que a ideia vai ganhando forma, o pincel amacia e os traços formam figuras que são agradáveis aos olhos. Você vê que aquele esforço valeu. Nem tudo saiu como o esperado... Mas acho que é exatamente essa a infinita brincadeira. Imaginar, pintar e reformar o quadro.
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